Você me dizia que não era amor, embora eu insistisse em te afirmar: sim, eu te amo!
Usava uma réguinha só sua para medir os sentimentos.
Pior, não media os seus, media os meus! Abusada!
Mas justamente e também por ser abusada é que te amei,não..estou mentindo, é por isso que te amo! Assim mesmo, conjugado no presente!
Eu sei, não precisa repetir...você acha que é uma brincadeira de adultos, uma paixãozinha qualquer,
uma alegria passageira!
Mas isso é o que você acha! Esse é o ponto: você acha demais!
Mas quem sabe você tenha razão: uma brincadeira de adultos.
Sendo assim,ou não sei brincar, ou não sou adulto.
Pra continuar te amando, eu inventei uma verdade, a minha verdade...e fui brincar lá no pátio!
Fui brincar de te amar, na minha verdade inventada...
Na brincadeira de adultos!
Como quem conta até dez...e vai se esconder!
Luiz wood
SE EU FOSSE UM DIA O TEU OLHAR, E TU AS MINHAS MÃOS TAMBÉM, E TU PERFUME DE NINGUEM. (Pedro Abrunhosa)
terça-feira, 31 de agosto de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
...te vejo!
Não sei se te vêem como eu a vejo,
ou se um dia já te viram assim...
como eu a vejo!
Se te viram atravessar as tardes,
com essa luz nos olhos...
ou se te viram sorrir quando se julga só,
sorriso malicioso, de quem pecou por querer...
Não sei te viram nua, mesmo vestida,
nua de pudores falsos, vestida de encantos...
Se porventura te viram suspirar,
ousaram reparar nas suas mãos,
tão suaves e possessivas...
Será que te vêem ou viram?
Eu não sei...
O que eu sei é que te vejo,
e, por feliz, te olho cada dia mais...
te olho, meu amor,
atentamente....
lentamente...
delicadamente....
como o teu olhar!
Luiz wood
ou se um dia já te viram assim...
como eu a vejo!
Se te viram atravessar as tardes,
com essa luz nos olhos...
ou se te viram sorrir quando se julga só,
sorriso malicioso, de quem pecou por querer...
Não sei te viram nua, mesmo vestida,
nua de pudores falsos, vestida de encantos...
Se porventura te viram suspirar,
ousaram reparar nas suas mãos,
tão suaves e possessivas...
Será que te vêem ou viram?
Eu não sei...
O que eu sei é que te vejo,
e, por feliz, te olho cada dia mais...
te olho, meu amor,
atentamente....
lentamente...
delicadamente....
como o teu olhar!
Luiz wood
terça-feira, 24 de agosto de 2010
...quando!!
Quando você não está,
nada existe,
Quando não me diz,
é como se não existissem canções,
Quando você não chega,
é como se o adeus estivesse suspenso,
Quando não sei de você,
é como se não soubesse nada.
Então...
esteja, diga, chegue,
me faça saber...
que estamos, que falamos,
e que iremos,
ao nosso lugar!
Luiz wood
nada existe,
Quando não me diz,
é como se não existissem canções,
Quando você não chega,
é como se o adeus estivesse suspenso,
Quando não sei de você,
é como se não soubesse nada.
Então...
esteja, diga, chegue,
me faça saber...
que estamos, que falamos,
e que iremos,
ao nosso lugar!
Luiz wood
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
....o louco sou eu!
cada traço do teu rosto...
cada vez que fica em silêncio...
Conheço, os teus caprichos...
cada vez que se esconde...
cada sombra tua...
Conheço, cada verso meu..
quando dizem...meu amor...
quando dizem...o que se calam.
Conheço, cada verso meu...
quando dizem...o que não diz par mim...
quando dizem...deixe-me te adivinhar...
Conheço, cada vida nossa...
que tenham gestos...
que tenham amores nossos...
Conheço, cada vida nossa...
que sejam, como nós...
que sejam como você...e eu!
Meu amor...
o louco sou eu!
Luiz wood
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
....sorriso, de me perder!
...eu me perdi no seu sorriso,
ele me jogou ladeira abaixo,
me fez pensar que era lua...não era...era sol!
era estação...seu sorriso é primavera, verão....
...eu me perdi no seu sorriso,
me fez pensar em maré cheia...me fez mar,
fúria e sedução...sem medo de nada,
apenas o seu sorriso...coragem e desatino.
...eu me perdi no seu sorriso,
ainda me perco,ladeira abaixo....
é nele que me encontro!
Luiz wood
ele me jogou ladeira abaixo,
me fez pensar que era lua...não era...era sol!
era estação...seu sorriso é primavera, verão....
...eu me perdi no seu sorriso,
me fez pensar em maré cheia...me fez mar,
fúria e sedução...sem medo de nada,
apenas o seu sorriso...coragem e desatino.
...eu me perdi no seu sorriso,
ainda me perco,ladeira abaixo....
é nele que me encontro!
Luiz wood
terça-feira, 17 de agosto de 2010
....duas, e uma tarde fria!
Tarde fria!
Duas mulheres, quase meninas na tarde fria de risos e capuccinos!
Tarde fria!
Amigas que se amam assim, apenas por amar, próprio de amigas,próprio de tardes frias, próprio de capuccinos!
Tarde fria!
Tantas histórias alegres ou tristes, mas histórias de duas mulheres, quase meninas...numa tarde tão fria!
Tarde fria!
Poemas e amores ali na mesa, junto ao capuccino,junto aos sorrisos, junto ao telefonema...e um homem foi feliz nessa tarde fria de tantos sorrisos e confidências!
Tarde fria!
Duas mulheres lindas...
E um poeta orgulhoso desejando mais que um capuccino! desejando estar lá...
Luiz wood
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
....hoje vou lá no jardim!
Hoje eu vou lá no jardim,construir um banco!
Terá que ser um banco largo, não muito comprido, o suficiente para duas pessoas.
A madeira será retirada de alguns dos meus sonhos que desmoronaram, esses sonhos serão a base do banco.
Acho que colocarei nele algumas almofadas coloridas, eu mesmo vou faze-las de retalhos, cerzidos um a um, com paciência, cada ponto um afago, um carinho, um beijo, um olhar trocado. Serão almofadas confortáveis, daquelas que colocamos no colo,antevendo o abraço.
Vou pedir à chuva que não as molhe. Nada de lágrimas, serão almofadas de sorrisos apenas.
Em volta do meu banco vou plantar grama macia para pisar nela sempre descalço. Assim quando o meu pé procurar o seu, não haverá nada entre eles, nem mesmo uma meia listrada, apenas nossos pés descalços...
Hoje vou lá no jardim, construir um banco!
Amanhã vou te chamar...e pedir que sente aqui comigo!
Luiz wood
Terá que ser um banco largo, não muito comprido, o suficiente para duas pessoas.
A madeira será retirada de alguns dos meus sonhos que desmoronaram, esses sonhos serão a base do banco.
Acho que colocarei nele algumas almofadas coloridas, eu mesmo vou faze-las de retalhos, cerzidos um a um, com paciência, cada ponto um afago, um carinho, um beijo, um olhar trocado. Serão almofadas confortáveis, daquelas que colocamos no colo,antevendo o abraço.
Vou pedir à chuva que não as molhe. Nada de lágrimas, serão almofadas de sorrisos apenas.
Em volta do meu banco vou plantar grama macia para pisar nela sempre descalço. Assim quando o meu pé procurar o seu, não haverá nada entre eles, nem mesmo uma meia listrada, apenas nossos pés descalços...
Hoje vou lá no jardim, construir um banco!
Amanhã vou te chamar...e pedir que sente aqui comigo!
Luiz wood
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